Partidos pressionam e ruralistas desistem de votar mudanças no Código Florestal
A decisão dos ruralistas de adiar a votação hoje (04/11) do Código Florestal na Comissão de Meio Ambiente da Câmara, na opinião do coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista, deputado Sarney Filho (PV-MA), mostrou que partidos, como o PSDB e o DEM “finalmente acordaram para a repercussão negativa de uma desfiguração da lei ambiental às vésperas de Copenhague”. O deputado disse que o PSDB passou a pressionar internamente os deputados da bancada ruralista para que não votem o PL 6424, do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), que propõe um desmonte no Código Florestal em vigor”, afirmou Sarney Filho.
A proposta flexibiliza a recuperação de Reservas Legais com espécies exóticas, anistia os donos de terras dos desmatamentos realizados antes de julho de 2006 (sem obrigatoriedade de recuperação) e prevê a definição das Áreas de Preservação Permanentes (APPs) pelos poderes locais.
O deputado lembrou que na reunião da semana passada da Comissão do Meio Ambiente a votação da proposta também foi abortada, depois de manifestações de ONGs e do líder do PSDB, deputado José Anibal (PSDB-SP), que foi pessoalmente à reunião para orientar a bancada a não votar o projeto. “Na mesma reunião, o líder do governo, Henrique Fontana (PT-RS) orientou os partidos da base governista a não apoiarem o projeto. O governo, que estava em cima do muro, mudou a sua postura e ficou a favor dos ambientalistas”, afirmou Sarney Filho.
Com o adiamento da votação, o deputado afirmou que os ambientalistas, agora, devem ficar atentos à votação de mudanças no Código Florestal na Comissão Especial criada na Câmara para rever vários pontos da lei. “Os nossos esforços serão para impedir que haja retrocessos”, reforçou o deputado. (Assessoria do deputado)
postado por Andrea Puríssimo, às 01:28

4 novembro, 2009 as 00:51
Prezados ouvintes internautas, a perplexidade aumenta.
Todos os sites , a começar pelo G1 acabam de noticiar que os alunos de Turismo da UNIBAN, não satisfeitos com o infeliz episódio, aguardavam na noite de hoje, o retorno da estudante ,com nariz de palhaço. Em protesto pela atitude e uso da mini saia.
Mais, ainda declararam consciência (finalmente com alguma coisa) que o reboliço causará problemas no mercado de trabalho.
Adorno e Horkheimer não devem estar acreditando que suas análises sobre fascismo pudessem ainda valer em 2009. Freud talvez esteja mais acostumado pois loucos e desequilibrados nunca deixaram de existir.
4 novembro, 2009 as 09:24
Olá Carlos,
Não podemos nos esquecer que, no ano de 2005 no Jornal de Estudantes da Faculdade de Direito do Largo São Francisco USP, continha piadas de conotação racistas.
Dois anos depois em 2007, na UFRGS por conta das cotas, houve por parte de um grupo de estudantes de direito, manifestações racistas com conotações nazistas, segundo o que foi constatado.
Ou seja, imbecilidade não é atributo apenas de estudantes de universidades tidas como de “baixo nível“. Os alunos de universidades chamadas “alto nível“, tb sabem descer bem baixo.
Eu bati palmas para o filósofo, educador e teólogo Mário Sérgio Cortella que disse no Telejornal Hoje:
“Numa escola, onde a lógica é você poder debater, trazer a reflexão, aceitar aquilo que não é idêntico para poder crescer e criar, isso implica numa intolerância num lugar que chama universidade, onde se acolhe tudo o que é diverso”.
Este disse tudo!
Na minha opinião de simples mortal não filósofo, arrisco a dizer que, o que essa moça sofreu foi a ditadura do “bichogrilismo”: Não ir para Universidade de camiseta, calça Jeans surrada e rasgada de fábrica e não se entorpecer com artigos “fumacentos” e etílicos; não é de bom tom, é um erro que pode ser fatal, como constatamos.
Uma coisa é certa, conforme seu ultimo post: Além de sofrerem previsível discriminação pelo nome e a qualidade de tal universidade, dizer que cursou nesta instituição será mais um ponto negativo, diferente dos alunos de faculdade de ponta em que, atitudes desprezíveis são tidas como destemperos normais de juventude.
Abraços
4 novembro, 2009 as 10:17
Esse é o retrato da nossa juventude, retrato dos jovens que frequentam a universidade a amanhã serão os profissionais que estarão no mercado de trabalho. São jovens fúteis, intolerantes e preconceituosos que não sabem aproveitar a oportunidade que uma universidade pode oferecer por pior que ela seja. É lamentével e vergonhoso ver episodios como este aconetecer dentro de uma universidade.